quarta-feira, 25 de setembro de 2019

NOTA DE SOLIDARIEDADE – ÁGATHA FÉLIX

Menina foi morta na sexta-feira, no Complexo do Alemão

A Central Única das Favelas - CUFA, tendo em vista o fato ocorrido na última sexta-feira (20), na Fazendinha, Complexo do Alemão, Zona Norte do Rio de Janeiro, que ocasionou o falecimento da menina Ágatha Vitória Sales Félix, vem a público se solidarizar com a família da vítima, bem como com todas as pessoas que têm se manifestado em favor de uma política de segurança que seja eficaz e que, é claro, não vitimize inocentes.      
Sabemos que são muitas crianças vítimas de uma guerra sem vencedores, resultantes de uma lógica de segurança pública que muda a cada gestão, mas que continua incapaz de resolver o problema sem sacrificar as pessoas que já sofrem o impacto direto dessa violência, como se elas fossem objeto de teste, sem valor humano.
Entendemos que o Estado não pode naturalizar estes fatos, tratando como algo comum e tapando os ouvidos para o grito de socorro, de justiça e de respeito, oriundos destes territórios. Tampouco criminalizar os que protestam quando suas origens forem as mesmas dessas vítimas.
A família da pequena Ágatha não é a única a ser injustiçada por essa tragédia. Outras famílias choram seus entes, vítimas dessa mesma lógica.    
Os moradores das favelas que protestam não podem ser confundidos com bandidos, nem com arruaceiros. Pois são pessoas de bem, exigindo seus direitos, comprometidas com a justiça e a vida. Assim que devem ser vistos. Por isso, apoiamos o movimento “Parem de nos Matar” e estaremos em suas ações. Sabemos que este caso não é único no Rio e nem no Brasil nos últimos anos, mas precisa ser o último. 
O combate a todos os crimes é dever do Estado e terá o nosso apoio, mas não podemos aceitar que seja às custas da vida dos moradores das favelas.
Cufa - Central Única das Favelas

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

CUFA recebe Moção de Aplausos pelo trabalho na Taça das Favelas

CUFA recebe Moção de Aplausos pelo trabalho na Taça das Favelas
Vereador do Rio de Janeiro Célio Luparelli concedeu a honraria
A Central Única das Favelas (CUFA) recebeu, na manhã desta quarta-feira, dia 28 de agosto a Moção de Aplausos das mãos do vereador Célio Lupparelli, em evento na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro.
A honraria foi concedida devido ao trabalho social realizado através da Taça das Favelas. A fundadora e diretora da CUFA Nega Gizza e o Coordenador de Esportes, Mário Love, receberam a moção em nome da instituição.
 “Assisti a final da Taça das Favelas na TV Globo e fiquei curioso. Conversei com pessoas ligadas à CUFA e fiquei maravilhado ao descobrir que a Taça das Favelas não é só um torneio de futebol, e sim todo um processo de mobilização e integração social de jovens moradores de favela”, reconheceu o vereador Célio Lupparelli.


Fotos: Eduardo Barreto/CMRJ

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

17 anos de História e Arte: Grupo de Dança Renovação


           
Essa semana a periferia de Pelotas está em festa... 17 anos de existência e resistência do Grupo de Dança Renovação. Sobre a tutela da Coordenadora Marta Neves. O grupo atua no Bairro Três Vendas, na área que abrange as vilas Getúlio Vargas, Pestano e Cohab Pestano. Nós da CUFA Pelotas, parceiros incondicionais e admiradores do trabalho do grupo, queremos parabenizar e reverenciar o trabalho que uniu jovens, crianças e adolescentes através da arte. Reunindo famílias nucleares e ampliando os afetos em um grande senso de comunidade cuidadora, que protege e traz esperança as nossas comunidades tão carente de serviços, mas que conta com o amor, o carinho e o comprometimento de quem se dispõe a fazer a diferença.
            Além do fomento a arte – através da dança – é indiscutível o que esses meninos e meninas receberam e recebem através desde 17 anos de aprendizado social, cultural e humano. Aprendizados que – sem dúvida - mudaram trajetórias de vida. Parabéns Marta, pelo seu trabalho junto a comunidade, ajudando a construir novos rumos a quem a sociedade relega, muitas vezes, a estrada da violência, do vicio e do tráfico. Que o Grupo Renovação continue seu trabalho por muitos anos.

            Vida longa Grupo de Dança Renovação!!!

Seleção de ilustração gráfica em geladeira para o Projeto Tire o Livro da Geladeira

A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da UFPel convida a comunidade para inscrever proposta de ilustração gráfica em geladeira, dentro do Projeto TIRE O LIVRO DA GELADEIRA – SANEP/Prefeitura Municipal de Pelotas, no qual a UFPel se integra. O referido projeto visa qualificar, graficamente, geladeiras, para acondicionar livros a serem disponibilizados para a comunidade e, desta maneira, promover e oportunizar a cultura da leitura.
Para inscrever-se, o proponente deverá encaminhar para o e-mail assessoriaprec.UFPel@gmail.com, impreterivelmente até às 23h59min, do dia 19 de setembro de 2019, os seguintes documentos: a) ficha de inscrição preenchida (ANEXO I); b) projeto gráfico (prancha em pdf) acompanhado de tabela orçamentária dos materiais necessários para a execução da ilustração; c) Termo de Responsabilidade de execução (ANEXO 2); d) cópia (frente e verso) da Carteira de Identidade.
Acesse o edital 11/2019 – Projeto Tire o Livro da Geladeira – SANEP/Pelotas

Figurinos feitos por alunos de curso da CUFA são usados nos clipes e Emicida e Lelezinha

Figurinos feitos por alunos de curso da CUFA são usados nos clipes e Emicida e Lelezinha
De uma sala de aula sob o Viaduto de Madureira, na Zona Norte, para o mundo. Essa é a história das roupas de moda afro produzidas pela estilista e costureira Lu Costa, conhecida como Tia Lu, e seus alunos da Central Única de Favelas (Cufa). Eles conseguiram colocar as suas criações nos clipes "AmarElo", sucesso de Emicida com participações de Majur e Pabllo Vittar, e "Mexe a Raba", da Lelezinha, ex-integrante do Dream Team do Passinho, com participação de Rafael Mike. Juntas, as produções já foram vistas por mais de 3,2 milhões de pessoas.
"Nossas roupas representam quem nós somos e, é claro, sempre focam no estilo afro, porque o DNA da Cufa é esse. É o protagonismo do negro e do favelado. Por isso, para nós, é uma honra participar de clipes em músicas de grandes artistas tão representativos para o povo", disse a Tia Lu, que também apareceu no clipe.
Segundo a estilista, a proposta de levar as roupas para as produções partiu das equipes dos artistas. "A nossa relação com eles (os artistas) funciona como parceria. Levamos até eles o fruto de um trabalho em equipe em que todos dão pitaco e são responsáveis pelas criações. Mas geralmente sou eu quem pega no pesado, não é? Sempre deixam o braçal para mim", brinca. Na profissão de costureira "desde que nasceu", Tia Lu dá aula para dezenas jovens e adolescentes de favelas da Zona Norte e da Baixada.
Mas foi há um ano e meio que a atividade extra-curricular dos alunos e o trabalho da professora se transformaram em negócio lucrativo. Foi nessa época que criaram a marca Nkenge de moda afro.
"Fazemos roupas para quem não tem medo de ousar, de mostrar ao que veio. É a proposta da nossas criações", comenta Wendel Tavares, 26 anos, ex-aluno do curso e responsável pelas vendas da marca Nkenge no Instagram.
Além Wendel, oito jovens trabalham para produzir as roupas da marca que começou debaixo do Viaduto de Madureira. Hoje, tatuadora e designer, Maíra Baroly, 27, faz parte da equipe que projeta os looks. Ela é uma das jovens que começou a ver na atividade do curso de corte e costura uma profissão. "Foi a minha base num momento em que precisei e hoje é uma oportunidade para mudar o futuro", conta.
A marca com nome angolano representa a superação diária vivida por Tia Lu e seus alunos. Primeiro, para a professora que viu suas economias e trabalhos pegarem fogo em um incêndio no seu antigo ateliê, em São Gonçalo. Depois, para ela e para os jovens da Cufa, que passaram por outro baque ao perder a sala de costura — o espaço foi invadido por infiltração no teto.
Segundo a figurinista, foi da tragédia que nasceu a parceria com o investidor angolano Policarpo Nkenge. "Ele aposta na nossa arte sem pedir nada em troca. Deu até o nome dele que, diga-se de passagem, é a nossa cara. Tudo a ver com a moda afro", comenta Tia Lu. Por mês, a marca vende mais de 100 peças feitas em pequenas remessas e distribui o lucro entre os nove funcionários. A venda é pelo perfil da loja no Instagram, o Nkenge.br.


(Via jornal O Dia)
https://www.cufa.org.br/noticia.php?n=MTcw


terça-feira, 27 de agosto de 2019

Seja vonluntário da CUFA na sua cidade

Seja voluntário da CUFA na sua cidade!!

Entre em contato com a gente aqui em Pelotas-RS
Fone: (53) 9 9168-9357 ou whts: (53) 9 8433-7418
emil: cufapelotas200@gmail.com

https://www.cufa.org.br/noticia.php?n=MTc5

sábado, 21 de outubro de 2017

Cras São Gonçalo recebe oficina de rima da Cufa RS Pelotas

Aconteceu nessa quarta feira dia 18, dentro do projeto palestras de prevenção e auto estima desenvolvida pela Cufa RS Pelotas no CRAS São Gonçalo, um workshop de rima em caráter experimental.
As crianças e adolescentes assistido em turno inverso a escola que participaram das palestras de prevenção e auto estima, já haviam demonstrado interesse e descobri pela oficina de rima.
Sandro Mesquita ativistas da cultura hip hop que desenvolve oficinas pela Central dix: "Não tenho a pretensão de formar apenas Mc'se ou Rapper'se, mas despertar nos jovens o interesse pela leitura e escrita."
Neste primeiro momento, embora a cultura hip hop e mais precisamente o elemento denominado rap não seja novidade pra quase ninguém, foi oportunisado o contato visual e leitura de edições da revista Rap Brasil ao e jovens e proposto que em grupos pudessem conversar sobre o que mais chamou a atenção como: ícones, marcas, roupas, letras e a partir daí, criar  uma frase de acordo com o livre pensamento.


As oficinas de rima desenvolvidas pela Cufa, visam contribuir didaticamente na educação dos jovens trabalhando métodos leitura, interpretação e criação textual levando em conta a auto estima.
"Quem sabe nas oficinas, descobrimos ao invés de Mc's, grandes escritores, poetas, cronistas, jornalista ou comunicadores, concluiu Sandro Anjo db Mesquita."
O que? Oficina de rima
Onde? Espaço Didático Cufa RS Pelotas
Quando? 28/10/17
Que horas? 15h